sábado, 1 de janeiro de 2011
Cultura é...
... começar o ano de 2011 com o "Concerto de Ano Novo" da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no Grande Auditório do CCB. Neste concerto, a OML, sob a direcção do maestro norte americano Mark Laycock, interpretou obras de Johann Strauss II (1825-1899), Eduard Strauss (1835-1916), Josef Strauss (1827-1870), Almicare Ponchielli (1834-1886) e Johann Strauss I (1804-1849). O concerto começou com a Abertura da Opereta O Morcego, de Johann Strauss II, o mais famoso da família Strauss. Foi o começo de um belíssimo concerto da OML, e do maestro Mark Laycock, devido à forma expressiva de dirigir a orquestra. Após os muitos aplausos do público que práticamente encheu o Grande Auditório, começámos a ouvir de Eduard Strauss, Abram alas, Op. 45, uma polca rápida muito bonita. De novo, de Johann Strauss II, ouvimos duas obras, Na floresta de Krapfen, Op. 336, e Sede abraçado, milhões!, Op. 443. Na valsa Na floresta de Krapfen, os três percussionistas têm um papel muito importante, devido aos sons de pássaros que imitam. Seguiu-se a peça que menos gostei, a polca-mazurca Amor ardente, Op. 129, de Josef Strauss. De novo Johann Strauss II, o Galope dos bandidos, Op. 378, novamente a percussão a ter um papel importante nesta obra. com um dos seus elementos a imitar os tiros de pistola. De Josef Strauss ouvimos a bonita Valsa Delírio, Op. 212. Com o público cada vez mais entusiasmado com as valsas e as polcas, foi a vez de ouvirmos do italiano Almicare Ponchielli, a bem conhecida Dança das Horas, bailado da ópera La Gioconda. Com a OML e o maestro a terem uma actuação espectacular, ouvimos a bonita valsa Danúbio Azul, Op. 314, de Johann Strauss II, considerado o rei da valsa, pois escreveu mais de duzentas. Para finalizar em beleza este concerto, ouvimos a tão aguardada Marcha Radetzky, Op. 228, de Johann Strauss I, com o público que quase enchia o Grande Auditório, a bater palmas sob a direcção alegre e descontraida do maestro, como nos concertos de Ano Novo em Viena. Começo de 2011 em cheio.
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